Álvaro

Alves
de Faria

DOMITILA

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O poeta autografando

Domitila15

Poeta e a editora Rosa Maria Zucchirato

O LANÇAMENTO DE “DOMITILA”

   “Domitila” – poema-romance para a Marquesa de Santos – foi lançado no dia 13 de setembro de 2012 na Livraria Martins Fontes Paulista. Antes, em agosto, foi apresentado na Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Foi uma festa entre amigos e muitas pessoas que passei a conhecer. Capa de Ana Paula Megda. Um fragmento da história brasileira. O belo prefácio de meu amigoRoniwalter Jatobá. Publicação da Editora Nova Alexandria. E neste espaço agradeço muito à editora e amiga Rosa Maria Zucchirato, que confiou nesse trabalho escrito já há alguns anos. Para falar do livro, recorro ao texto da jornalista Janaína Gomes, assessora da imprensa da Nova Alexandria:

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-Domitila – poema-romance para a Marquesa de Santos – é o mais novo livro do poeta Álvaro Alves de Faria. A obra é resultado de um trabalho desafiador proposto pelo escritor, de recriar as cartas que a Marquesa de Santos enviou ao imperador D. Pedro I e que teriam sido destruídas. As correspondências, pelo que se sabe, foram enviadas no período em que ambos viveram um romance. Já as cartas escritas por D. Pedro I, que foram preservadas, constituíram o ponto de partida do escritor. Ao todo, ele selecionou 47 missivas e assumiu o “eu lírico” de Domitila para escrever as respostas em forma de poemas com linguagem feminina. Segundo o autor do prefácio, Roniwalter Jatobá, nas 47 cartas e poemas estão condensados sete anos de amor (e desamor) entre o imperador e sua súdita: “É uma história que começa como quase todas as grandes histórias amorosas, com raras exceções: inicialmente, arrebatadora paixão; depois, o clima de rusgas, mágoas, ciúmes e dor. O poeta tentou – e conseguiu – responder às inquietações de uma mulher, também perdida em seu labirinto”. Para a elaboração do livro, Álvaro Alves de Faria fez também um intenso trabalho de pesquisa histórica. Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, foi a mais famosa amante do imperador. Eles se relacionaram de 1822 a 1829. O término do caso foi conturbado, pois, em 1829, grávida do quinto filho de D. Pedro I, ela foi obrigada a deixar a Corte e voltar para São Paulo. Das cartas escritas pela Marquesa restou apenas uma, que o autor reproduz no final do livro.

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A seguir, o prefácio de Roniwalter Jatobá e fotos do lançamento, mais um nesta trajetória áspera de cultivar a poesia neste tempo de absoluta brutalização de tudo.

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