Homenagem / Portugal - parte 3

Álvaro

Alves
de Faria

Homenagem ao Poeta

O Brasil é um ferida que tenho no peito.
Uma ferida aberta, que sangra, sangra, sangra, sangra, sangra, sangra.

Quero um cravo vermelho na lapela, um dia 25 de abril, quero a lágrima mais verdadeira, e a canção de Zeca Afonso a cobrir as sombras:

Grândola, vila morena,
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade.

Dentro de ti, ó cidade,
O povo é quem mais ordena,
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena.

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Em cada esquina, um amigo,
Em cada rosto, igualdade,
Grândola, vila morena,
Terra da fraternidade.

Terra da fraternidade,
Grândola, vila morena,
Em cadaa rosto, igualdade,
O povo é quem mais ordena.

À sombra de uma azinheira,
Que já não sabia a idade,
Jurei ter por companheira
Grândola, a tua vontade.

Grândola, a tua vontade,
Jurei ter por companheira,
À sombra de uma azinheira
Que já não sabia a idade.

O Poeta

O povo é quem mais ordena e fará a ordem das coisas e da vida, com esse cheiro de um cravo vermelho que plantado está em mim, como se fosse minha terra, essa terra que também é minha.

Fotos

Fotos de José Anito

O Poeta Discursa

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